to mend the hearts of everyone who feels alone."
28.6.11
23.6.11
fuck it all.
Adoro o meu lado sarcástico. Adoro o facto de ninguém ter coragem de dizer seja o que for na cara. Adoro mentiras. Adoro invejosos, afinal são eles que nos fazem famosos. Adoro cair no amor por alguém e fazer com que o mundo inteiro me inveje. Adoro provocar. Adoro quando só falam comigo quando precisam. Adoro pessoas que não sabem o que querem. Adoro que me metam em confusões sem ter nada a ver com o assunto. Adoro preconceito. Adoro que me olhem de alto a baixo. Adoro que gozem na minha cara. Adoro que me chamem de maluca. Adoro que digam que não sou normal. Adoro chorar por pessoas inúteis. Adoro a palavra “sempre”, visto que isso não passa de uma bela merda de mentira. Adoro rir-me dos outros. Adoro o facto que cada ser humano precisar de julgar o outro para se sentir melhor. Adoro que não me consigam ver felizes. Adoro ciúmes. Adoro a porra de mundo em que caímos.
Quando o maior problema é que ninguém parece crescer.
Quando o maior problema é que ninguém parece crescer.
«Well, it must be difficult claiming to be
The kings and queens but it's all of nothing»
22.6.11
asshole, I still falling in love with you.
Hoje deparei-me com uma realidade assustadora.
Continuas a ser o meu reflexo e eu continuo a ser a tua tosca.
Estes meses sem ti não foram sem dúvida um adeus à nossa relação, apenas significaram um até logo, porque cada vez que falamos apenas provamos que nada, mas nada disto morreu.
Chamem-me maluca, mas eu amo-te.
Tudo o que mais queria é que a pessoa que me ama fosse como tu, fosse uma sombra de ti, uma sombra perfeita de ti, mas não é. Os teus gestos, a tua maneira de falar, o teu sorriso, a maneira como me dizes olá sempre será especial.
Continuas a tornar-me numa pessoa melhor a cada palavra salteada.
Tudo o que mais preciso és tu e isso assusta-me. Sinto-me dependente de ti.
O que temos é mais forte do que qualquer um de nós. É algo (im)perfeito, algo (des)igual.
O nosso amor e admiração por mais que se tente virar contra nós, acaba sempre mas sempre por voltar, já reparas-te?
«even if this has ended, if this will never feel right
you're a part of me , I'm a part of you and that we can never hide»
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