Hoje deparei-me com uma realidade assustadora.
Continuas a ser o meu reflexo e eu continuo a ser a tua tosca.
Estes meses sem ti não foram sem dúvida um adeus à nossa relação, apenas significaram um até logo, porque cada vez que falamos apenas provamos que nada, mas nada disto morreu.
Chamem-me maluca, mas eu amo-te.
Tudo o que mais queria é que a pessoa que me ama fosse como tu, fosse uma sombra de ti, uma sombra perfeita de ti, mas não é. Os teus gestos, a tua maneira de falar, o teu sorriso, a maneira como me dizes olá sempre será especial.
Continuas a tornar-me numa pessoa melhor a cada palavra salteada.
Tudo o que mais preciso és tu e isso assusta-me. Sinto-me dependente de ti.
O que temos é mais forte do que qualquer um de nós. É algo (im)perfeito, algo (des)igual.
O nosso amor e admiração por mais que se tente virar contra nós, acaba sempre mas sempre por voltar, já reparas-te?
«even if this has ended, if this will never feel right
you're a part of me , I'm a part of you and that we can never hide»
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